segunda-feira, 16 de junho de 2014

Nota de falecimento
A paróquia Armênia Católica São Gregório Iluminador comunica que faleceu na tarde de hoje, 16 de junho de 2014, a estimada senhora Maria Gebenlian Kherlakian, aos 80 anos de idade. O corpo está sendo velado no Velório do Hospital Albert Einstein, donde partirá, às 13h, para o cemitério São Paulo, sendo antes realizada ali a cerimônia religiosa, às 12h15' 

terça-feira, 10 de junho de 2014

Judeus, Cristãos e Muçulmanos
demonstraram que a convivência pacífica é possível.
Momento histórico nos jardins do Vaticano: 
as três delegações rezaram uma ao lado da outra, 
cada qual conforme a tradição da sua religião





















sexta-feira, 6 de junho de 2014

Papa Francisco e Catholicos da Igreja Armenia Apostolica da Cilicia, Aram I 

O ecumenismo esteve no centro do encontro esta manhã, no Vaticano, entre o Papa Francisco e o Catholicos da Igreja Armênia Apostólica da Cilícia, Aram I. 
Na Sala Clementina, a audiência foi marcada por um colóquio privado, pela troca de presentes e por discursos.

Ao se dirigir a Aram I, Francisco ressaltou o passado de provações e sofrimentos da Igreja Apostólica Armênica – o que obrigou seus fiéis a se tornarem um povo peregrino. 
“A história de emigração, perseguição e martírio de inúmeros fiéis deixou feridas profundas nos corações de todos os armênios. Nós as devemos ver e venerar como feridas do próprio corpo de Cristo: justamente por isso, essas mesmas feridas são também causa de inabalável esperança e de confiança na misericórdia providente do Pai.”
Precisamos tanto de confiança e esperança – prosseguiu o Papa, principalmente os cristãos do Oriente Médio, que se encontram nas regiões martirizadas pelo conflito e a violência. “Mas também nós cristãos que não devemos enfrentar essas dificuldades, mas que com frequência corremos o risco de nos perder nos desertos da indiferença e do esquecimento de Deus, de viver no conflito entre irmãos ou de sucumbir nas nossas batalhas interiores contra o pecado.”
Francisco então exortou: Como seguidores de Jesus, devemos aprender a carregar com humildade os pesos uns dos outros, ajudando-nos assim reciprocamente a sermos mais cristãos, mais discípulos de Jesus.

Nesses dias que precedem a solenidade de Pentecostes, recordou o Pontífice, devemos invocar com fé o Espírito, para que renove a face da terra, cure as feridas do mundo e reconcilie os corações de cada homem com o Criador.

“Seja Ele, o Paráclito, a inspirar o nosso caminho rumo à unidade, seja Ele a nos ensinar como alimentar os elos de fraternidade que já nos unem no único Batismo e na única fé”, concluiu o Papa.

A seguir, Francisco e Aram I se dirigiram para a Capela Redemptoris Mater para uma oração conjunta. 

(BF)

Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2014/06/05/devemos_ser_mais_crist%C3%A3os:_francisco_encontra_aram_i/bra-804787 - do site da Rádio Vaticano 

quinta-feira, 29 de maio de 2014

MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO
PARA O XLVIII DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS
«Comunicação ao serviço de uma autêntica cultura do encontro»
[Domingo, 1 de Junho de 2014]

Queridos irmãos e irmãs,
Hoje vivemos num mundo que está a tornar-se cada vez menor, parecendo, por isso mesmo, que deveria ser mais fácil fazer-se próximo uns dos outros. Os progressos dos transportes e das tecnologias de comunicação deixam-nos mais próximo, interligando-nos sempre mais, e a globalização faz-nos mais interdependentes. Todavia, dentro da humanidade, permanecem divisões, e às vezes muito acentuadas. A nível global, vemos a distância escandalosa que existe entre o luxo dos mais ricos e a miséria dos mais pobres. Frequentemente, basta passar pelas estradas duma cidade para ver o contraste entre os que vivem nos passeios e as luzes brilhantes das lojas. Estamos já tão habituados a tudo isso que nem nos impressiona. O mundo sofre de múltiplas formas de exclusão, marginalização e pobreza, como também de conflitos para os quais convergem causas econômicas, políticas, ideológicas e até mesmo, infelizmente, religiosas.

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Galeria de fotos - Papa Francisco na Terra Santa 


Ascensão de Jesus

Cidade do Vaticano (RV) - Celebrar a Ascensão de Jesus é celebrar seu modo novo de estar conosco, do Emanuel, Deus Conosco, manifestar-se em nosso meio.

Certamente esse modo novo do Senhor se manifestar entre os homens passa pela Comunidade, por suas atitudes que dão continuidade á missão do Senhor e que asseguram a continuidade da construção do Reino de Justiça e de Paz.
O Livro dos Atos dos Apóstolos, do qual é tirada a primeira leitura da solenidade de hoje, nos mostra Jesus dizendo aos seus discípulos que eles receberão o Espírito Santo e que Este os tornará suas testemunhas no mundo inteiro.
O Espírito que os discípulos receberão é o mesmo que esteve presente em Jesus. Os anjos que aparecem após a “subida” de Jesus ao Céu dizem aos discípulos para não ficarem de braços cruzados, mas agirem, isto é, continuarem a missão do Senhor. Os anjos dizem aos discípulos que Jesus vai voltar. Isso nos recorda a parábola contada pelo Senhor em que o patrão quando volta de viagem quer saber de seus servos o que fizeram, qual o produto do trabalho. Os anjos nos recordam a necessidade de deixar de ficar olhando para o céu e colocar mãos à obra, trabalhar!
O Evangelho de Mateus nos fala que o poder que Jesus recebeu do Pai e foi plenificado após sua ressurreição, é dado à Comunidade para que “Vá e faça discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que lhes ordenei!”
Batismo e catequese! Batismo é a consagração, a configuração a Jesus Cristo, o Ungido e a Catequese é a implementação da Justiça. Logo, deveremos levar as pessoas a se configurarem ao Homem Novo, de acordo com o desejo do Pai e, depois, após conscientizá-los, levá-los a praticar a justiça e as bem-aventuranças. E Mateus termina citando a certeza da presença eterna de Jesus ao nosso lado: “ Eis que eu estarei com vocês todos os dias, até o fim do mundo!”
A Ascensão de Jesus é a transformação da presença do Emanuel, do Deus Conosco. Sua presença é manifestada não através de uma figura visível, a de Jesus, mas através da ação libertadora praticada pelos membros da Comunidade.
Quando chegar o final dos tempos, a Parusia, veremos a “re-velação” do Senhor. Veremos que atrás de cada atitude cristã estava o Redentor – Cristo, o Autor de todo ato de bondade – o Pai, e nos inspirando, o Espírito de Amor.
Pe. César Augusto dos Santos SJ



quarta-feira, 28 de maio de 2014

25 6o Domingo dos Cinquenta Dias de Páscoa
              Ascensão de N. S. Jesus Cristo
              Jornada das Comunicações Sociais.

         2o Domingo
 "Tríduo " para a festa do Padroeiro
      Famílias convidadas para o 
“Tríduo”de preparação para a Festa do Padroeiro

Todas as famílias da Comunidade são convidadas, por ordem alfabética, para homenagear o Padroeiro, durante um dos três Domingos do "Tríduo". Compareçam!
As Famílias convidadas receberão uma bênção especial pela sua homenagem e uma lembrança.

2º grupo de Famílias, Domingo, dia 25

Elmadjian, Enokian, Fernezlian, Fetulahian, Franzelian, Gananian, Gasparian, Gdikian, Gebenlian, Ghazarian, Ghougassian, Guerekmezian, Gulluzian, Guluizian, Hadikian, Hagopian, Hajian, Hajjar, Hakim, Haladjian, Haleblian, Halvachian, Hamamjian, Harmandaian, Haroutiounian, Hassessian, Indjaian, Israelian, Janikian, Kabayan, Kacherian, Kahala, Kahtalian, Kalaidjan, Kalaigian, Kalaijian, Kalaydjian, Kalenderian, Kallajian, Kaloblian, Kaloubek, Karakashian, Karamekian, Karayan, Kasabkodjian, Kasabkojian, Kaskanlian, Kaspár, Kaspárian, Kassabian, Kassabkodjian, Kassardjian, Kazandjian, Kazanji, Kazazian, Keutenedjian, Khatchadourian, Khatchirian, Kherlakian, Kirazian, Kirikian, Kiughtzian, Klatchoian, Kodjaoghlanian, Kodjoglamian, Kodjoglanian, Kridian, Krikor, Krikorian, Kupelian, Kurdoglian e Kurkdjibachian.

      11h: Santa Missa cantada na intenção dos  Falecidos da 2a quinzena de maio
                Leituras bíblicas: At 20,17-38 e Jo 9,39 -10,10                                                                                                       
Alapanian, Bedros_25/05/13
Atoiantz, Mariam Garabed_17/05/56
Boyadjian, Nersés_13/05/68
Boyadjian, Wartevar_30/05/05
Fernezlian, Bedros Minas_20/05/87
Fetulahian, Adel_17/05/71
Franzelian, Abraham_18/05/95
Hakim, Luiza Kuchkarian_19/05/07
Harmandaian, Hovsep Sarkis_31/05/60
Hassessian, Tervanda_16/05/91
Indjaian, Ohannes_23/05/95
Ketchedjian, Levon_19/05/74
Kherlakian, Geny Manouguian_20/05/89
Kherlakian, Naimé_17/05/04
Koulian, Sirarpi Kessadjikian_30/05/03

Fraterno abraço entre Papa Francisco e o Patriarca Bartolomeu


Obs: 
Para ouvir o áudio original é só dar um stop no play da web radio à direita, logo mais abaixo.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Encontro e abraço entre o 

Papa Francisco e o Patriarca Bartolomeu

Jerusalém (RV) – O último encontro e o mais importante deste segundo dia da Viagem Apostólica do Papa Francisco à Terra Santa foi a Celebração Ecumênica, no Santo Sepulcro, em Jerusalém. 


Participaram da celebração, entre outros, os Ordinários Católicos da Terra Santa, os Arcebispos copta, siríaco, etiópico e os Bispos anglicano e luterano. O Papa Francisco e o Patriarca Bartolomeu foram acolhidos pelos três Superiores das Comunidades Greco-ortodoxa, Franciscana e Armênia Apostólica. 

A seguir, o Santo Padre e o Patriarca Ecumênico veneraram a “Pedra da Unção”. Após o discurso do Patriarca Bartolomeu, o Papa Francisco tomou a palavra, dizendo inicialmente:

“Nesta Basílica, para a qual todo o cristão olha com profunda veneração, chega ao seu ápice a peregrinação que estou realizando, juntamente com o meu amado irmão em Cristo, Sua Santidade Bartolomeu. Nós a realizamos seguindo os passos dos nossos venerados predecessores, o Papa Paulo VI e o Patriarca Atenágoras, que, com coragem e docilidade ao Espírito Santo, permitiram, há 50 anos, na Cidade Santa de Jerusalém, o histórico encontro entre o Bispo de Roma e o Patriarca de Constantinopla”.

Após ter saudado os presentes, o Papa disse “ser uma graça extraordinária estar reunido com eles em oração. O Túmulo vazio é o lugar de onde partiu o anúncio da Ressurreição: “Não tenhais medo! O crucificado não está aqui, mas ressuscitou dos mortos”. 

Este anúncio, testemunhado por aqueles a quem o Ressuscitado apareceu, é o coração da mensagem cristã, transmitida fielmente de geração em geração, desde o início. Eis o fundamento da nossa fé, que nos unge, disse o Bispo de Roma, graças à qual professamos conjuntamente Jesus Cristo, Filho unigênito do Pai e nosso único Senhor.

Acolhamos a graça especial deste momento, exortou o Papa. Detenhamo-nos em devoto recolhimento junto do sepulcro vazio, para redescobrir a grandeza da nossa vocação cristã: somos homens e mulheres de ressurreição, não de morte. Aprendamos, a partir deste lugar, a viver a nossa vida, as angústias das nossas Igrejas e do mundo inteiro, à luz da manhã pascal. O Bom Pastor carregou sobre si toda ferida, todo sofrimento, toda tribulação. As suas chagas abertas são sinais da sua misericórdia. Por isso, não nos deixemos roubar o fundamento da nossa esperança! Não privemos o mundo do feliz anúncio da Ressurreição! E não sejamos surdos ao forte apelo à unidade que ressoa, precisamente deste lugar, pelas palavras do Ressuscitado que nos chama a todos como «os meus irmãos». E o Papa ponderou:

“Claro, não podemos negar as divisões ainda existentes entre nós, discípulos de Jesus: este lugar sagrado nos faz sentir este drama com maior sofrimento. No entanto, à distância de 50 anos do abraço daqueles dois veneráveis Padres, reconhecemos, com gratidão e renovada admiração, que foi possível, por impulso do Espírito Santo, realizar passos verdadeiramente importantes rumo à unidade. Porém, estamos cientes de que ainda devemos percorrer muita estrada até alcançar a plenitude da Comunhão, expressa na partilha da mesma mesa Eucarística, que ardentemente desejamos”.

Porém, afirmou o Papa, as divergências não devem nos assustar e paralisar o nosso caminho. Devemos acreditar que, como a pedra do sepulcro foi removida, assim também poderão ser removidos os obstáculos que ainda impedem a nossa plena Comunhão. Esta será uma graça de ressurreição, que, desde já, podemos experimentar. Todas as vezes que temos a coragem de dar e receber o perdão, uns aos outros, fazemos experiência da ressurreição! Todas as vezes que superamos os antigos preconceitos e promovemos novas relações fraternas, recordou o Bispo de Roma, confessamos que Cristo ressuscitou verdadeiramente! Todas as vezes que desejamos a unidade da Igreja, brilha a luz da manhã da Páscoa! E o Papa exortou: “Desejo renovar o desejo, expresso pelos meus Predecessores, de manter diálogo com todos os irmãos em Cristo, para encontrar uma forma de exercer o ministério próprio do Bispo de Roma, que, em conformidade com a sua missão, possa se abrir a uma nova situação e ser, no contexto atual, um serviço de amor e de comunhão reconhecido por todos”.

Enquanto, como peregrinos, fazemos uma pausa nestes Lugares Santos, disse ainda o Santo Padre, o nosso pensamento espiritual se dirige a toda a região do Oriente Médio, tantas vezes marcada por violências e conflitos. Não devemos esquecer, em nossas orações, os tantos homens e mulheres que sofrem, em várias partes do mundo, por causa da guerra, da pobreza, da fome; bem como os numerosos cristãos, perseguidos por causa da sua fé no Senhor Ressuscitado.Quando cristãos de diferentes confissões, acrescentou o Pontífice, sofrem juntos, um ao lado do outro, prestando ajuda mútua com caridade fraterna. Isto é uma obra concreta do ecumenismo do sofrimento, do ecumenismo de sangue.

O Papa Francisco concluiu seu pronunciamento, admoestando o amado irmão Patriarca Ecumênico e todos os queridos irmãos, a colocar de lado as hesitações que herdamos do passado e abrir o nosso coração à ação do Espírito Santo, Espírito de Amor e de Verdade, para juntos caminhar rumo ao dia abençoado da tão desejada plena Comunhão. (MT)

Fonte: news.va